Archive for October, 2005

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A partir do post ” A Casa do Pontal e o videoclipe Three Little Birds” adicionei a possibilidade de se ver as imagens dos posts em alta. É só clicar sobre o thumbnail que uma janela se abre com a imagem.
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A Casa do Pontal e o videoclipe Three Little Birds

Há alguns dias, o Jornal Nacional anunciava a condecoração, pelo governo brasileiro, do Museu Casa do Pontal pelos serviços prestados à cultura brasileira . A Casa do Pontal é famosa por ter um grande acervo de obras do Mestre Vitalino e outros 200 artistas, que através da cerâmica representam a cultura popular brasileira. Para aqueles que moram no Rio de Janeiro e ainda não conhecem é um passeio imperdível.
Enquanto via a matéria, lembrei das minhas visitas ao Museu quando estávamos fazendo o videoclipe do Gilberto Gil “Three Little Birds”. Resolvi então prestar a minha homenagem aqueles que além de nos ajudar, deram-nos uma “aula de Brasil”. E porque não, relembrar como foi feito o videoclipe na matéria publicada na revista Digital Designer em 2003.

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Atualizações e links novos

Fiz alguns ajustes no meu Curriculum Vitae. Na categoria Maya adicionei o link para o Maya Wiki de Matt Estela (wiki muito bem montado, com ótimas dicas). Na categoria 3D adicionei o link para CG Char Forum (um dos melhores sites de discussão sobre animação na internet).

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Chicken Little

Rick May colocou este link na Cg Char: “Go Behind The Scenes with Chicken Little”. É um movie mostrando um pouquinho do processo de produção do Chicken Little - o primeiro longa em animação 3D da Disney feito sem a parceria com a Pixar. A cena do líquido sendo jogado em cima do personagem principal é bem interessante. Não da para identificar que tipo de algoritmo foi usado, mas o resultado da animação é ótimo.
Agora é esperar para ver se o roteiro do filme é tão bom quanto os da Pixar.

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Filme Tim Festival

Um rapaz num abrigo de ônibus está lendo um cartaz do Tim Festival. À medida que lê, a música começa a tocar. Cada vez mais forte, o tema do Festival faz todos dançarem nas ruas. Folhas, revistas e jornais acabam sendo levados pela forte ventania causada pela música. Parecendo sair de todos os lugares, bueiros, janelas e respiradouros vibram no ritmo da música que, contagiando cada vez mais gente, vai aumentando de intensidade. O rapaz que agora está quase sendo levado do abrigo de ônibus consegue terminar de ler o cartaz e uma blusa trazida pelo vento cobre seu rosto pondo um ponto final na tempestade.
Desde o dia 22 de setembro, o filme promocional do Tim Festival está sendo veiculado nas principais cidades do Brasil. A idéia foi criada pela Lew, Lara e filmada pela Conspiração Filmes.

Um filme que parecia ter um roteiro simples, começa a se complicar já na decupagem dos efeitos. Teríamos que fazer intervenções em quase todas as cenas. Adicionando folhas, bueiros, janelas, árvores e todos os cartazes que teriam, influenciados pelo vento, que parecer estar dançando.
Devido ao mau tempo, a filmagem teve que ser adiada e o prazo para a finalização, que já era curto acabou sendo diminuído para quatro dias. Resultado: a equipe teve que trabalhar numa corrida alucinante contra o tempo.

Dividimos o trabalho e os artistas 3D em quatro equipes: folhas, árvores, alto-falantes (janelas e exaustores) e cartazes. As cenas das folhas foram feitas de três formas diferentes. Nas cenas mais simples e nas folhas que desejávamos uma animação bem marcada as animamos na mão - via keyframes. Em outras cenas, utilizamos a dinâmica do Maya para cálculo de colisão e intensidade de movimento das folhas. Para as folhas de preenchimento, utilizamos animação de partículas e com o particle replacement adicionamos randomicamente uma folha em cada partícula.
A árvore foi filmada sem folhas e, posteriormente, utilizamos o paint effects para adicionar mais galhos e as folhas. Este é um daqueles efeitos que passam desapercebidos no filme. Na primeira cena, a árvore está cheia de folhas e no fim temos somente os galhos nus, como se a força da música tivesse levado todas as folhas.

Na animação dos auto-falantes, janelas e exaustores, teríamos que fazer com que vibrassem na batida da música. Para isso, a composição nos mandou arquivos textos com a animação de cada freqüência da música. Com um pequeno script em Mel importamos a animação e escolhemos as freqüências para animar cada elemento.
Os cartazes foram trabalhados com uma mescla da animação conseguida através da simulação (Maya Cloth) com outro cartaz animado através de deformers. Através de um blend shape acertamos a influência de cada uma das técnicas para a animação final do cartaz em cada uma das cenas. Para conseguirmos uma simulação convincente no Maya Cloth utilizamos algumas transform constraints nos cantos e vários fields para simular a força do vento. A curiosidade nos cartazes foi a criação de uma property que mesclava atributos do plástico e jeans com os da seda para chegarmos ao comportamento que queríamos.

O render em algumas cenas foi feito com RenderMan e em outras com o Maya. Os elementos foram “renderizados” e passados para a composição em passes (normalmente shadow, occlusion, diffuse e reflection).
A composição também contribuiu para todos os efeitos do filme. Para exemplificar, algumas das cenas de animação de bueiros, folhas e auto-falantes foram completamente feitas no Flame/ Smoke/ Combustion.
A equipe dos dois núcleos trabalhou de uma forma tão integrada que fica difícil dizer o que foi filmado, o que foi criado pelo 3d e o que foi aplicado pela composição.
O filme vai continuar sendo veiculado até o Festival 2005, dias 21, 22 e 23 de outubro.

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RSL Mode para Ultraedit-32

O Ultraedit-32 é um ótimo editor de texto voltado para programadores. Além de ter todos os recursos básicos, ele possibilita ao usuário adicionar módulos de visualização para novas linguagens de programação. Como sempre o uso para escrever meus programas, resolvi montar um “RSL mode”. Agora o utilizo também para escrever meus shaders. O editor faz o highlight de todas as palavras reservadas, funções e variáveis pré-definidas do RenderMan(de uma olhada em um screenshot).
Se você tem o editor é só baixar o arquivo zipado do wordfile.txt e gravá-lo no diretório do Ultraedit (normalmente C:\Program Files\UltraEdit). Caso você já tenha modificado o wordfile.txt do seu Ultraedit é só copiar a linguagem 8 do meu wordfile.txt e adicioná-lo ao seu. A próxima vez que abrir o editor, você poderá escolher a opção RSL no menu View>View As(Highlighting File Type)>RSL.

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Maya versus Max

Em um artigo no site Highend3D, Will McCullough transcreve uma entrevista feita com Dave Wharry, Vice President, Global Sales & Marketing(Alias), e Marc Petit, Vice President of Product Development and Operations, Media & Entertainment(Autodesk). O que basicamente eles reiteram é que os dois softwares irão co-existir. A partir de agora eles lentamente irão focar cada produto para um tipo de mercado diferente. O que vai mudar é a interoperabilidade entre os softwares, através do suporte ao formato FBX, eles esperam integrar muito mais Maya, 3D Max e Motion Builder. Outro fator que foi colocado é a possibilidade de transferência de tecnologias entre os softwares.
Agora é esperar o Maya 8 com a teapot primitive e o 3D Max 9 com uma Hot Box.
O artigo esta disponível em http://www.highend3d.com/articles/columns/4.html

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Autodesk não!!!!

Caiu como uma bomba na comunidade 3d a notícia que a Autodesk(dona do 3d Max) comprou a Alias (Maya). Pela bagatela de US$ 182 milhões pagos em dinheiro, a Autodesk adquiriu 100% das ações da Alias. A compra vai ser materializada nas próximas semanas e a união das empresas começara nos próximos 6 meses.
Nas listas de discussões na internet os usuários de Maya já começaram a expressar a sua preocupação com o futuro. Muitos temem que o software seja descontinuado em favor do 3dMax, outros ainda temem que pela falta de competição no mercado os avanços irão diminuir e o preço aumentar.
No meu ponto de vista, no futuro o Maya deve continuar a ser o programa 3d para o mercado “hi end” enquanto que o 3d Max deve ser posicionado para o mercado “low end”.
Eu tenho certeza somente de uma coisa: “Eu não migro para o 3D Max nem a paulada!!”

Press Release

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The Chronicles of Narnia

“The Chronicles of Narnia”, está sendo produzido pelas maiores empresas de efeito para ser um novo Senhor dos Anéis. Neste making of você vai conhecer um pouco da tecnologia utilizada para se fazer o filme. Além das tradicionais cenas de batalhas montadas com o Massive, os animais são um show a parte.
Vale a pena dar uma olhada somente pelo realismo impressionante que os estúdios chegaram na animação e textura dos animais (principalmente nos exemplos do Leão).
Baixe o quicktime em: Narnia_Chapter5_VFX_1500.mov.

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melGeek

melGeek é um dos sites que me inspirou a montar o meu próprio site. Um ótimo blog falando sobre Mel e idéias para melhorar o workflow do Maya. Uma das idéias que vale a pena citar é uma modificação no Connection Editor que quando chamado, já carrega o Input e Output nodes pela lista de objetos selecionados.
O post se chama Workflow Improvements: Connection Editor.
Como a galera da Alias não pensou nisto antes!

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